Os Bastidores da Foto – Favela do Vidigal

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Os Bastidores da Foto - Favela do Vidigal
Favela do Vidigal – Rio de Janeiro

Localização: O morro do Vidigal situa-se entre os bairros mais nobres do Rio de Janeiro, Leblon e São Conrrado.

Como Chegar: O bairro do Vidigal e o morro homônimo ficam na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. Considerada a comunidade com a melhor vista da cidade é muito procurada por turistas estrangeiros. Vidigal teve, como seu primeiro proprietário, o Major Miguel Nunes Vidigal, da Guarda Real Portuguesa. Anos depois instalou-se por lá o Gimnazio Anglo-Brasileira, colégio que deu inicio ao povoamento do Vidigal, pelo investidor inglês Charles Armstrong. 

De carro – chega-se à entrada da favela pela Avenida Niemayer, na altura do número 333.
De metrô –  deve-se pegar a linha 4 e descer na estação Antero de Quental (ponto mais próximo). Depois pega-se um taxi ou um ônibus até o Vidigal.
De ônibus – da estação de metro Antero de Quental pode-de pegar as seguintes linhas 525, 552, 554 e 557. Leva cerca de 24 minutos para chegar a comunidade.

Época do ano: verão

Equipamento utilizado: octacóptero (montado) com uma câmera Nikon D700.

Esta fotografia não foi planejada, ou seja, não sai aquele dia de verão para só para fotografar uma favela. Havia planejado fotografar pontos da praia de São Conrado e da Avenida Niemayer, mas inadvertidamente e perigosamente acabei me aproximando muito da favela e não pude resistir. Naquele dia não tive problemas e, apesar de estar com o batimento cardíaco muito acelerado, fotografei tudo o que queria.
Com receio de que pudessem ver o drone e abatê-lo, subimos cerca de 250 m com para disfarçar sua presença. O sistema de transmissão de vídeo do drone não era dos melhores, freqüentemente ficava sem sinal, fato que dificultou muito, tanto para fotografar, quanto para pilotar (o contato visual com o drone durante o vôo foi quase zero, o piloto contava com a transmissão de vídeo em tempo real).

É importante ressaltar que neste drone o sistema de câmera era independente. Eu conseguia movimentar a câmera sem interferir na direção de pilotagem da aeronave (meu colega e piloto experiente pilotou a aeronave nesta ocasião). O octacóptero tinha uma autonomia de 15 a 20 minutos no máximo e não tinha telemetria, apenas instalamos um alarme que soava quando a bateria estivesse com 20% de carga. Tenso!
Embarquei minha Nikon D700 FX e fotografei com uma lente 24 – 120 mm utilizando uma abertura f11, velocidade 1/1800 e ISO 100. Particularmente gosto desta fotografia porque relembra um pouco da tensão do dia, mas também pelo ponto de vista estético de caos urbano.

 


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